

Como deu pra você perceber, eu falo (escrevo) muito, acredite, estou tentando resumir :-( !

RPG
rafael dos passos gomes

Um certo dia, o destino resolveu me presentear com minha mudança, aí sim, sozinho, ainda adolescente, para a capital de Santa Catarina, Florianópolis. Não fui me aventurar, fui aproveitar a chance e melhorar de vida, não só a minha.
Com muito trabalho, quedas, resiliência, amigos, desamigos, pois não tenho inimigos, consegui vencer aos poucos, e por algum tempo, de forma demorada, mas creio no TEMPO CERTO DIVINO.
Continuei sozinho? Não. Casei, rsrs, com um? Não. Com dois! Ah, sim, faço parte da falada “minoria”, mais uma, né? Dessa, a comunidade LGBTQIAPN+, pois dos “quase sem renda”, dos “da escala 6x1,7x0” (pelas horas extras) e outras, eu já era. Em resumo, faço parte do grupo liberto de padrões que ama e respeita o ser humano e trabalha para conseguir as coisas. E, finalizando o tema casamento, faço parte de um trisal, um poliamor, que dura mais de oito anos.
Eu não digo que sempre pensei fora da casinha, mas sei que as vezes é bom, principalmente nos ramos profissionais que um de meus companheiros me apresentou, o do design, o do editorial, da literatura e da comunicação. O meu outro parceiro também faz parte de meu crescimento como pessoa e como profissional, o incentivo, as críticas construtivas e, principalmente, como ouvinte de meus “devaneios artísticos”, me fazem conquistar meus objetivos.
Sou casado com o jornalista, escritor e comunicador Jonathan Crociatti, fundador da CIA de Imprensa Crociatti Comunicações, e com o revisor, editor e produtor Luis Fernando dos Santos, que faz parte da mesma CIA.
Nesta empresa, tive a oportunidade de diagramar e ilustrar livros, além de fazer parte da área de mídias e redes sociais de clientes.
A arte, de modo geral, corre nas minhas veias, desde minha época de infância, quando com as mãos eu já talhava algumas madeiras e fazia brinquedos com matérias primas, que algumas eu descreveria como ousadas. Né? Não tinha dinheiro para comprar brinquedos. Então, eu os fazia. Sem contar os móveis e tantos outros objetos.
Criar, recriar, repaginar, ilustrar, pintar, colorir, descolorir, tudo isso e mais um pouco, é o que eu me permito fazer.
O que sou? Quem sou? Sou um gaúcho, CEO da RG agência de design rsrsrs, espiritualista, humano, design, criador de conteúdo e de identidade. Por falar em identidade, eu me permito ser ilimitado. E é assim, do nada, que encerro minha bio, claro, dizendo aquela máxima de hoje em dia: Eu faço tudo o que está descrito nesse meu site oficial meu eu mágico, rsrsrs, se você quiser me contratar... XD! Contrate!
Agradeço por ler até aqui e por se permitir me conhecer um pouco por meio dessa minha narrativa.

Está preparado(a) para um textão? Ai que bom! Fico feliz XD!
Eu me chamo Rafael dos Passos Gomes, deu pra perceber, né? Não queria tornar esse site oficial, como algo do tipo o livro “O meu eu mágico” de Gilderoy Lockhart | Harry Potter, rsrs. Porém, se não nos valorizarmos a coisa não anda.
E, foi pensando em andar para frente, que consegui sair de uma cidade pequena do Rio Grande do Sul (RS), Barão do Triunfo. Calma, nasci em Porto Alegre, mas só fiquei lá por alguns minutos, brincadeira, meses. Daí sim, fui para o Barão, claro, não sozinho, né? Rsrs
Meus pais trabalhavam pesado no ramo da agricultura, plantação de fumo (não fumem), e tenha certeza, falando assim “ramo da agricultura e plantação”, dá um belo romantismo para o que realmente é este trabalho. Sabe tudo aquilo de sol a sol, comer quando dá, comer o que tem, dores pelo corpo, chuva, frio, geada, produtos químicos contra pestes na própria pele e por aí vai? Pois é! É assim, e muito pior.
Desde criança, eu vivia nesse cenário, e, sim, tive momentos alegres, sou gaúcho tchê! Porém, confesso, não tinha muita perspectiva em sair de lá e acreditar que eu poderia conhecer outros locais, cidades grandes e tantas outras coisas que, mesmo em meu momento atual, nem conseguiria imaginar.
Tenho orgulho do que vivi e aprendi por aquelas bandas, parte da minha querência amada. Isso não me tornou um HOMEM como dizem, não sou machista. Isso me tornou um SER HUMANO melhor, isso sim.